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O Certificado Digital e Nota Fiscal Eletrônica do Produtor Rural no FarmPlus

O Certificado Digital e Nota Fiscal Eletrônica do Produtor Rural no FarmPlus

Com a chegada da Nota Fiscal Eletrônica do Produtor Rural, os produtores, em seu dia a dia,  terão a necessidade de estar frequentemente lidando com seu certificado digital.

Até então, o certificado era uma ferramenta que ficava em geral, em posse do contador para autenticar documentos ou acessar informações particulares do produtor em órgãos do governo.

Com obrigação de emitir suas próprias Notas Fiscais Eletrônicas do Produtor Rural, os produtores necessitarão agora ter seu certificado sempre a mão ( literalmente no caso dos certificados de token ) ou instalados no computador no qual serão emitidas as NFe-P no caso dos certificados modelo A1.

Modelos de Certificados Digitais

Os modelos mais comuns dos certificados são o A1 e o A3.

O certificado modelo A1, é fornecido ao usuário por meio de um arquivo instalável tendo validade de 1 ano.

Já o certificado modelo A3, pode ser fornecido em cartão ou token.

Uma diferença fundamental entre os modelos A1 e A3 é que o A1, por ser instalável, é mais prático e pode por exemplo estar instalado no escritório da fazenda e em outro ponto qualquer da administração. Desta forma, quaisquer dos pontos onde o certificado A1 estiver instalado, estará apto a emitir as Notas Fiscais Eletrônicas do Produtor Rural.

Já o certificado A3, por ser um objeto físico, poderá estar em um único computador apenas. Caso seja necessário que uma NFe-P seja emitida em outro ponto computador, o certificado A3 deverá ser levado fisicamente até lá.

Estas características dão ao certificado A1 muito mais flexibilidade e ao certificado A3, mais segurança.

Qual Certificado é Melhor ?

Do nosso ponto de vista, para a geração das NFe-P através do software FarmPlus, pode ser utilizado tanto um certificado A1 quanto um A3. Porém, indicamos os A1 devido a sua maior flexibilidade e menos propensão a falhas de instalação.

Como na prática o FarmPlus usa o Certificado ?

Quando um certificado é instalado, o mesmo fica disponível em um repositório do Windows.

Todas as comunicações do FarmPlus com a Secretaria da Fazenda, são sempre realizadas mediante a identificação do requisitante. Esta identificação é feita com base em padrões do Sistema Público de Escrituração Digital para as Notas Fiscais Eletrônicas, ou seja, é um padrão nacional.

Desta forma, o software então procura no repositório do Windows os certificados disponíveis, já que em um mesmo computador é possível haver vários certificados instalados, e com prazo de validade em vigor, devendo o usuário indicar ao software, qual o certificado desejado para suas comunicações com a SEFAZ relacionadas as suas NFe-P.

A Instalação de um Certificado A1

No vídeo abaixo temos uma demonstração de como é a instalação de um certificado A1. Neste exemplo, o certificado está contido em um arquivo chamado 15361040_out qualy.pfx.

A instalação do mesmo é feita a partir de um clique duplo no arquivo seguindo-se simplesmente aceitando as opções padrão do Windows para a instalação e pela inserção da senha do certificado que é fornecida pela empresa na qual o certificado foi adquirido.

 

Como Definir o Certificado que o FarmPlus irá utilizar ?

No momento em que o operador acessa o Módulo de Emissão de Notas Fiscais Eletrônicas no FarmPlus, o programa verifica se já há um certificado padrão definido para suas comunicações com a SEFAZ. Caso não haja um certificado definido, o programa irá abrir ao operador uma janela contendo os certificados instalados no Windows. O operador então seleciona o certificado desejado e este certificado passará então a ser usado como padrão pelo FarmPlus.

O vídeo abaixo mostra na prática como é feita a definição de qual certificado deverá ser usado pelo programa.

 

O que Acontece  se não Houver um Certificado Padrão Definido para o FarmPlus ?

Todas as comunicações a serem feitas entre o FarmPlus e a SEFAZ requerem um certificado digital comprovando a origem das solicitações.

Esta comunicações são :

  1. Solicitação para emissão de um Nota Fiscal do Produtor.
  2. Consultar na SEFAZ o status de uma nota.
  3. Enviar a SEFAZ a carta de correção de uma nota.
  4. Cancelar uma nota fiscal.

Caso não tenha um certificado padrão, o programa fica impedido de realizar quaisquer destas operações junto a SEFAZ.

 

 

 

Livro Caixa Digital do Produtor Rural – Tudo que você precisa saber

Origem do Livro Caixa Digital do Produtor Rural

No mês de novembro de 2018 foi publicada Diário Oficial da União , a instrução Normativa RFB nº 1.848  que instituiu o Livro Caixa Digital do Produtor Rural ( LCDPR ). A documentação da Receita Federal quantos aos procedimentos de geração do LCDPR foi atualizada pela última vez em 14/12/2018.

Esta norma pode ser consultada através deste endereço.

Que produtores deverão gerar o LCDPR ?

Esta medida, obriga a todos os produtores que tiverem gerado uma renda igual ou superior a R$ 3.600.000,00 ( tres mihões e seiscentos mil Reais ) no ano de 2018, a já a partir deste ano de 2019, a escriturarem todo o movimento envolvendo as receitas, as despesas de custeio, os investimentos e demais valores que integram a atividade usando os padrões de informações definidos pela Receita Federal para envio dos arquivos.

A escrituração deve ser feita ao nível de cada propriedade.

A partir de quando ?

Todo o movimento ocorrido já a partir de janeiro/2019, deverá ser escriturado, para apresentação a Receita Federal em 2020 seguindo o prazo da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física.  Assim é importante estar preparado já a partir deste início de ano para que as informações possam desde já estarem organizadas de forma compatível com a geração do arquivo do ano de 2019.

A estrutura do arquivo a ser enviado para o LCDPR segue a mesma linha de layout que os arquivos atualmente definidos para os arquivos do SPED muito embora, sejam mais simples devido ao escopo mais restrito das informações a serem enviadas.

A documentação disponibilizada pela Receita Federal quanto ao layout das informações e orientações quanto ao preenchimento das mesmas se encontram disponíveis neste endereço.

Após a geração do arquivo, o mesmo deverá ser assinado digitalmente para seu envio a Receita Federal.

processo

Estrutura do arquivo a enviar

O layout definido pela Receita Federal segue a mesma linha da estrutura dos arquivos atualmente gerados no SPED Fiscal onde há um bloco de abertura, um ou mais blocos intermediários e um bloco de encerramento.

MacroEstrutura

Bloco 0

Neste bloco estarão os parâmetros da apuração e informações identificando o produtor, suas propriedades, condôminos que exploram os imóveis em conjunto com o produtor declarante e a identificação de suas contas bancárias.

Bloco Q

Neste bloco estará todo o movimento das receitas e despesas ocorridas a nível de cada operação de pagamento ou recebimento realizada.  As informações a serem escrituradas são :

  1. A data da entrada ou saída dos recursos.
  2. A identificação da propriedade onde ocorreu a operação.
  3. A conta bancária onde ocorreu a movimentação.
  4. O número do documento.
  5. O tipo de documento ( nota fiscal, fatura, recibo, contrato, etc )
  6. Um texto com o  histórico da transação.
  7. O CNPJ ou CPF da empresa ou pessoa associada a operação.
  8.  O tipo de lançamento a partir de uma tabela de classificações definida pela Receita.
  9. O valor da entrada de recursos
  10. O valor da saída de recursos
  11. O saldo

Fechando o bloco Q estará um registro com um sumário dos valores movimentados no mês e o saldo no final do mês.

Bloco 9

Este bloco deverá conter informações relacionadas a quantidade total de registros enviados em todo o arquivo.

Conclusões

A Receita Federal vem gradativamente expandindo e sofisticando seus mecanismos de coleta de dados dos contribuintes em todos os setores da economia.

O SPED – Sistema Público de Escrituração Digital, é hoje uma realidade que torna a Receita Federal do Brasil uma das mais eficientes do mundo na utilização de recursos tecnológicos para controlar a arrecadação.

A NF-e ( Nota Fiscal Eletrônica ), a NFC-e ( Nota Fiscal Eletrônica ao Consumidor Final ) e o CT-e ( Conhecimento de Transporte Eletrônico ) entre outros componentes do SPED, são hoje uma realidade que possibilita ao fisco, o acompanhamento de vendas e movimentação de cargas em tempo real.

A vinda do Livro Caixa Digital do Produtor Rural chega este ano juntamente com a possibilidade das Notas Fiscais Eletrônicas de Produtor Rural serem emitidas usando o e-CPF,

Desta forma o agronegócio vai entrando cada vez mais na malha de controle de informações do SPED.

Estas novas demandas trazem ao produtor, a necessidade de organizar adequadamente seus controles financeiros. Desta forma, poderão com certeza resultar ganhos na gestão pelo acompanhamento mais preciso das receitas e despesas da empresa rural.

Um bom software de gestão para a fazenda é essencial para possibilitar o atendimento a estas demandas. Controles através de planilhas, hoje muito comuns, deixam o produtor descoberto quanto a estas necessidades.

A linha de softwares para fazendas FarmPlus  leva ao produtor rural a possibilidade de gerenciar sua propriedade com eficiência de forma integrada e atender necessidades como a geração do Livro Caixa Digital e emitir Notas Fiscais Eletrônicas.

MacroEstruturaERP

Visite nosso site para maiores informações e solicitar nosso contato.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como um software para fazendas pode ajudar na análise do consumo de combustíveis

Um software para fazendas, além de proporcionar resultados adequados aos objetivos da gestão, deve levar aos gestores formas flexíveis de entender o dia a dia do negócio.

Uma das principais fontes de gastos no agronegócio são os custos com o maquinário. Neste caso, os combustíveis tem um papel fundamental na composição dos custos.

Analisar onde e como os combustíveis são consumidos

Desta forma um software para gestão de fazendas deve proporcionar relatórios que permitam aos administradores poder analizar de forma clara e objetiva, como e onde está ocorrendo o consumo de combustíveis.

No Gerenge AgroNegócios S5, além dos tradicionais relatórios a utilização de dashboards e pivots são priorizadas por levarem aos gestores um poder de análise das informações muito superior ao que é possível via relatórios tradicionais.

Poder cruzar informações com facilidade

O objetivo, é possibilitar em uma única tela, vários tipos de análises sem que seja necessário ficar navegando entre módulos e relatórios até que seja possível chegar aos resultados desejados.

No vídeo abaixo, temos um exemplo deste tipo de abordagem para a análise do consumo de combustíveis.

Neste exemplo, o programa mostra inicialmente o consumo total em litros mas através do re-arranjo das informações, simplesmente arrastando-se colunas, pode-se realizar um grande número de análises “abrindo” ou “fechando” as informações conforme seja necessário.

Assim, além da quantidade total de combustível consumida, podemos analisar o consumo por lavoura, talhão, tipo de atividade onde o combustível foi usado, período de tempo e etc.


Neste caso foi usado um “pivot” que é um elemento típicamente usado em soluções de business intelligence “BI”. Esta abordagem, por sua flexibilidade e facilidade de uso, é usada de forma bastante intensa no Gerente AgroNegócios S5.

 

Gerente AgroNegócios S5 Vx – Controle de entregas parciais

O controle das entregas parciais dos insumos e produtos em geral que são adquiridos é uma parte importante dos controles operacionais e um software para fazendas deve auxiliar esta tarefa de forma simples e eficiente.

Seja a partir de aquisições em cooperativas ou fornecedores em geral, é rotina a aquisição de insumos em geral que após definição de quantidades e preços, vão então sendo entregues gradativamente na empresa agrícola.

Desta forma, para um único pedido ( ou lista de compras ), feito ao fornecedor, serão geradas várias notas fiscais que acompanharão os produtos em entregas parciais.

Desta forma, é necessário um controle para sabermos o que já foi entregue e o que está pendendo em cada fornecedor ou seja, nosso estoque em poder de terceiros.

No Gerente AgroNegócios S5, este controle é realizado com base nos seguintes ítens :

  1. Os pedidos de compra ( ou listas de compras ) repassados aos fornecedores ou cooperativa informando os produtos a serem adquiridos.
  2. O registro das notas fiscais de entrada que vão chegando na medida em que os ítens pedidos começam a serem entregues parcialmente.

Para cada nota enviada pelo fornecedor, iremos registrar no programa as informações relacionadas aos produtos entregues e as quantidades de cada um deles.  Desta forma, o programa irá dando baixa nos respectivos pedidos já que iremos informar em cada nota qual o pedido associado a mesma.

A partir daí o programa possibilita a visualização de forma simples e direta da situação geral das entregas mostrando ao operador detalhes das quantidades entregues, respectivos percentuais e as quantidades ainda pendentes por produto e fornecedor.

No vídeo abaixo podemos examinar a consulta a situação das entregas nas quais podemos analisar as quantidades entregues e as quantidades pendentes que estão em nosso estoque de posse dos fornecedores.

Obrigado  e até o próximo artigo !

 

 

 

 

Gerente AgroNegócios S5 Vx – Integração do financeiro com a manutenção das máquinas

A gestão dos custos com mecanização  é uma das tarefas mais importantes na gestão do agronegócio.

Afinal, estes custos, além de representarem uma parcela importante nos custos de produção,  são passíveis de um nível de controle por parte dos gestores que não existe em outros custos como os dos insumos por exemplo.

Na gestão destes custos, o apontamento das despesas com manutenção é uma das tarefas rotineiras e para isto, o Gerente AgroNegócios S5 Vx integra totalmente o apontamento das notas de entrada com as manutenções realizadas em cada máquina.

O Gerente AgroNegócios S5 integra o financeiro com o registro das manutenções

Desta forma, quando uma manutenção é realizada em uma máquina, o programa possibilita as seguintes facilidades :

  • Registro da nota recebida da oficina com a discriminação das peças e serviços realizados.
  • Ao registrar as informações da nota, o operador poderá informar a máquina associada aos serviços de manutenção e peças utilizadas na mesma.
  • A partir destas informações, o programa irá criar de forma automática um novo registro de manutenção com peças e serviços correspondentes a nota, de forma a que o serviço e peças possam ser consultados no histórico de manutenções da máquina.
  • Os custos da manutenção passam a compor de forma automática os custos operacionais da máquina que será recalculado de forma automática pelo programa.
  • Opcionalmente o operador poderá armazenar junto com a nota, uma imagem da respectiva nota fiscal. Desta forma,  em caso de necessidade, como consultar a garantia por exemplo, uma cópia deste documento estará a disposição de forma rápida e simples.

O vídeo no início deste artigo apresenta de forma resumida como estas operações são realizadas no programa.

Até a próxima !